sábado, 21 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
O Carnaval é comemorado em diversas partes do mundo e, no Brasil, pessoas de todas as idades e até mesmo de outros países se reúnem em festas características de cada região. O feriado possibilita encontros em cidades como Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Minas Gerais ou até mesmo o Distrito Federal com seus tradicionais bloquinhos de rua. O clima é de diversão e, por isso, é importante estar sempre prevenido e atento às DSTs e aids. Este ano, o Ministério da Saúde lança a campanha de prevenção combinada, que reforça a importância dos jovens se prevenirem contra o vírus da aids não só usando camisinha, mas realizando o teste e, se der positivo, começar logo o tratamento, reforçando o conceito “camisinha + teste + medicamento”.
A turismóloga Mariana Sarciotto, de 31 anos, acredita que é importante se divertir, mas sem se esquecer da prevenção durante a folia. “O carnaval é momento de festa para todos, inclusive os soropositivos, e todos devem ter consciência de seus atos. Acho que o teste é uma boa forma de conscientização e já conversei muitas vezes com meus amigos sobre o fato de que a doença é transmitida mais facilmente do que se imagina. O teste deixa a pessoa com medo de ter um resultado positivo, o que a torna mais prudente no seu dia a dia”, defende. Dados do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde apontam que das 734 mil pessoas que vivem com HIV e aids no Brasil atualmente 80% já receberam o diagnóstico.
Dados da Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP), apresentados durante o lançamento da campanha de prevenção às DST e aids para o Carnaval 2015, nesta quarta-feira (28), mostram que, apesar da maioria dos brasileiros (94%) saberem que a camisinha é melhor forma de prevenção às DST e aids, 45% da população sexualmente ativa do país não usou preservativo nas relações sexuais casuais nos últimos 12 meses.
O estudante Vitor Monteiro, 25 anos, acredita que algumas pessoas que não usam preservativo não pensam na possibilidade de contrair alguma doença. “Acho que os principais motivos que levam algumas pessoas a não usar a camisinha são porque elas não pensam nas consequências e também acham que é melhor sem. Eu sempre uso camisinha se não estiver namorando ou quando não conheço muito bem a pessoa”, revela.
A pesquisa apontou também um crescimento significativo de pessoas que relataram ter tido mais de 10 parceiros sexuais na vida. Esse percentual subiu de 19%, em 2004, para 26% em 2008, chegando a 44% no ano de 2013. O fotógrafo Gilberto Evangelista, 41 anos, opta por fazer o teste de forma regular, independente da quantidade de parceiros sexuais no período. “Sou muito preocupado com minha saúde em geral e, apesar de me proteger sempre, prefiro me garantir ainda mais fazendo o teste a cada seis meses ou cada ano, no mínimo. Acho que é importante para ficar seguro e consciente do meu status. Além disso, para poder tomar as providências necessárias o quanto antes no caso de uma possível infecção, e de redobrar meus cuidados, principalmente, em relação a terceiros”, ressalta.
Fonte: Blog da Saude
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Hoje é o Dia D de Combate à Dengue e à Chikungunya em todo o país. Apesar da queda de 59% nos casos de dengue e 40% nas mortes provocadas pela doença no Brasil no ano passado, o Ministério da Saúdepede à população que reforce as medidas de prevenção. Qualquer recipiente que acumule água parada pode ser um criadouro dos mosquitos transmissores. Estar sempre alerta para eliminar possíveis focos dos mosquitos que transmitem a dengue e a febre chikungunya é importante para que os números de casos e mortes continuem caindo no país.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, reforça que todos os brasileiros devem participar dessa grande mobilização. "Faltam cinco dias para o Dia D de mobilização contra a dengue e chikungunya. Vamos todos estar juntos neste sábado, dia sete de fevereiro, participando de uma grande mobilização nacional de combate ao mosquito transmissor. Seja um exemplo para a sua comunidade. Chame seu vizinho, seus amigos, sua família e mostre para eles que na sua casa todos já fazem parte dessa grande corrente de prevenção".
A relações públicas Morgana Viott adotou as medidas de combate à dengue e chikungunya. Ela lembra que se as pessoas não ficarem atentas, toda a comunidade corre o risco de contrair essas doenças. "Bom, eu moro em apartamento, mas eu tenho muitas plantas em casa. Então, normalmente eu não deixo água acumulada. Quando eu rego as minhas plantinhas, eu evito deixar excesso de água. Eu sempre retiro, então, essa água que fica acumulada lá. E no meu condomínio eu observo, também, que a equipe de limpeza está sempre cuidando para não deixar garrafa solta, latinha, eles sempre recolhendo entulho, esses lixos que ficam para também não acumular água. E é por isso que no nosso condomínio, eles são tão rígidos com relação à organização e limpeza do ambiente, para não só a mim, mas toda a vizinhança estar protegida".
Para aumentar a vigilância, prevenção e controle de chikungunya e dengue o Ministério da Saúde repassou em janeiro mais 150 milhões de reais a todos os estados e municípios. Para o próximo sábado, sete de fevereiro, Dia D de mobilização contra as duas doenças, o Ministério convoca estados e municípios para mutirões de limpeza urbana e atividades de alerta aos profissionais de saúde para o diagnóstico correto das doenças. Para evitar a transmissão dos vírus da dengue e chikungunya é fundamental que a população verifique se a caixa d' água está bem fechada, não acumule vasilhames no quintal, não deixe calhas entupidas e coloque areia nos pratos dos vasos de plantas, entre outras iniciativas.










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