quinta-feira, 21 de março de 2013
Como a população
brasileira resulta da união de muitos povos e cultura, seria natural que todos
valorizassem a nossa diversidade ética e racial. Infelizmente isso não
acontece. Persiste em nosso país, um racismo silencioso não declarado e até
negado por muitos.
No caso das mulheres
negras, além de vítimas da discriminação de sexo, também são discriminadas pela
cor.
De acordo com a
pesquisa realizada pela FIOCRUZ no município do Rio de Janeiro, as gestantes
negras (pretas + pardas) tem maior dificuldades nos cuidados com à saúde, assim
como as informações pertinentes.
Peregrinam em busca ao
atendimento ao parto 31,8 % (pretas), 28,8 (pardas) e 18,5% (brancas)
42,5% das brancas
puderam ter ao lado o marido ou alguém da família, enquanto isso foi permitido
apenas 27% das negras.
Essa pesquisa demonstra
ainda outras situações que desfavorecem as mulheres pretas e as pardas, no
acesso de consulta de pré-natal, a anestesia no momento do parto e aos cuidados
puerperais, independentemente do seu grau de escolaridade.
Para enfrentar esse
problema o Ministério de Saúde realiza a campanha de combate ao racismo institucional
no SUS, pois entende que o racismo institucional é o comprometimento da
qualidade do serviço prestado a pessoas
em virtude da sua cor, cultura, religião, origem racial ou ética.
O Ministério da Saúde
vem implementando a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da População
Negra, incluindo as seguintes iniciativas:
Criação do Comitê
técnico de saúde da população negra n o Ministério de Saúde.
Implementação da atenção
integral as pessoas com doença falciforme
e outras hemoglobinopatias.
Inclusão do “quesito
cor” nos sistemas de informações do SUS.
Melhoria das
informações e produção de estatísticas em saúde que incluam a “quesito cor” –
SIM, SISNAC e SINAN.
Ação estratégica em
saúde e saneamento para as populações
quilombolas.
Fortalecimento da
participação do movimento negro no
controle social do SUS.
Construção do pacto
pela promoção da equidade na saúde da população negra entre as três esferas da
gestão do SUS.
Essas iniciativas
contribuem para consolidação do SUS como uma política de inclusão social que
valoriza a diversidade da raça, cor, religião e local de moradia.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Tema de uma reportagem de quatro páginas, o Projeto Cesta de Leitura, que acontece às quartas-feiras nas dependências do CMSHRSF, ganhou destaque na edição de Janeiro da publicação mensal da Primeira Igreja Batista do Recreio dos Bandeirantes, a Revista ELOS.
A coordenadora do projeto que está sendo implantado através da ONG Atuação Voluntária, Claudia Guimarães, conta na reportagem como tem sido sua experiência com a equipe de trabalho voluntário nas dependências da Unidade de Saúde. Claudia descreve que tem visto o quanto o trabalho tem impactado os usuários nas salas de espera.
"No momento em que abrimos a cesta para elas e apresentamos o trabalho começam a sorrir. Mesmo sentindo dores, dificuldades de sorrir, elas acabam sorrindo."
O projeto é pioneiro, iniciado pela Drª Monica Chor, tendo sido acolhido hoje por toda equipe de profissionais do CMSHRSF e, principalmente, pelos usuários que frequentam as salas de espera. A aceitação tem sido tão satisfatória que o público-alvo inicial, que eram as crianças, foi estendido para adultos e idosos, trazendo um toque lúdico para quem vêm ao posto procurar atendimento.
Nas palavras do Dr. Ricardo Pedroza, diretor do CMSHRSF:
" O projeto é maravilhoso porque traz pra dentro da unidade de saúde uma perspectiva totalmente diferente do que habitualmente as pessoas encontram no serviço de saúde. As pessoas vem ao posto por prevenção ou para solucionar algum problema, um sofrimento, então um projeto como esse, que tem um cunho cultural, de incentivo á leitura, não só das crianças, mas, também,
dos parentes é ótimo."
Estamos orgulhosos por promover a saúde, não só no atendimento as demandas usuais, mas no entendimento e na promoção da cidadania, numa visão ampliada do conceito, procurando oferecer o melhor atendimento, acolhendo os usuários com respeito e afeto.
sábado, 12 de janeiro de 2013
REPELENTE EFICAZ E BARATO
MUITO UTILIZADO POR PESCADORES
INGREDIENTES:
1/2 litro de álcool
1 pacote de cravo da Índia (100g)
1 vidro e óleo para nenéns (100ml)
MODO DE
FAZER:
Deixe o cravo curtindo no álcool uns 4 dias
agitando , de manhã e a tarde. Depois coloque o óleo corporal (pode ser de
amêndoas, camomila, erva doce, lavanda, aloe vera).
MODO DE
USAR:
Passe uma gota no braço e nas pernas e o mosquito
fogem do cômodo.
O cravo espanta formigas da cozinha e dos
eletrônicos, e espanta as pulgas dos animais.
O repelente evita que o mosquito sugue o sangue,
assim, ele não consegue maturar ovos e atrapalha a postura. Vai diminuindo a
proliferação.
A comunidade toda tem que usar, como num multirão.
Não forneça sangue para o aedes aegyty!
Ioshiko Nobuni,
sobrevivente da dengue hemorrágica.
domingo, 23 de dezembro de 2012
NATAL
É uma data muito
importante. Porque significa amor.
É o momento correto
para pedir perdão e perdoar.
Semear a paz familiar e
encontrar os amigos.
Desejar e fazer o bem
sem olhar a quem.
Para ter uma vida saudável
devemos refletir e consertar os nossos erros, conquistar momentos de alegrias e
cativar novas amizades com sabedoria.
A Equipe do CMS Harvey
Ribeiro Souza Filho deseja a todos um feliz natal!
Autor: Priscila Cunha
Cms Harvey Ribeiro Souza Filho
“Não existe o Natal ideal, só o
Natal que você decida criar como reflexo de seus valores, desejos, queridos e
tradições.”











